sábado, 23 de agosto de 2014

Vidas entrelaçadas




                                                          Vidas entrelaçadas



Bélgica reinado de Leopoldo II, tempo de ditadura e opressão, negros da região do Congo tiveram uma das maiores atrocidades de todos os tempos onde aproximadamente 8 milhões de pessoas perderam suas vidas, a casos de flagelação até a morte e soldados para receberem munição tinha que trazer a mão direta do cadáver, dali retiravam Marfins e borracha.
A agricultura estava em mudança Senhor Diddens (Jean) começará a mudar sua plantação para o algodão e as coisas começaram a melhorar.
Era sexta-feira dia nublado mas firme, voltando para suas terras  acompanhado do seu fiel companheiro Nicolas Wilmots, um rapaz jovem sem instrução mas de muita confiança de seu patrão, que o tinha como um filho e seu guarda costa, em suas propriedades não havia escravos todos tinham suas casas, construídas em suas terras e recebiam seus salários. já agora na fazenda Diddens mandou chamar todos na frente de sua casa e anunciou a compra de outras terras ao lado de sua propriedade, depois da festa que fizeram Diddens notou a falta de Jacob um dos empregados mais velho e soube por Abigail, sua cozinheira mais velha que ele ao tentar consertar seu telhado havia caído e estava de cama. na mesma hora pego seu cavalo e foi a casa de Jacob chegando lá foi informado que fraturara uma das vértebras da coluna e que demoraria tempo para se recuperar se o bom Deus ajudasse.
Diddens preocupado com seu velho amigo disse para ele ficar tranquilo que nada lhe faltaria a sua família, Fantine uma das suas filhas que tinha uma queda pelo patrão de seu pai o olhava com amor, mas os olhos de Diddens ao ver Ragna se apaixonou ela porém não notou seu olhar de apaixonado, Veronica uma das filhas notou e contou a sua mãe Elana.
Desse dia em diante Diddens visita sempre ao velho amigo, seu coração disparava ao chegar a cancela daquela residência, olhava para todo lado para ver se encontrava a amada, Fantine vivia cada dias mais triste, por ver seu amado com olhos para sua irmã, Incentivada pela mãe e pelas irmãs Ragna que não interesse algum em Diddens que tinha uns 20 anos a mais que ela, começou a deixar se cortejar.
Dias se passaram a plantação estava melhor do que Diddens esperava, num sábado ao visitar Jacob tomou coragem e pediu a mão de Ragna, Jacob ficou todo honrado e ter uma de suas filhas escolhida pelo seu amigo e patrão, e assim começou o namoro.
Seis meses após o inicio do namoro,  se casaram na capela da fazendo sob as benção do Padre Uriel. a festa durou dois dias de muita comida e bebida onde todos os trabalhadores ficaram de folga para aproveitar a comemoração.
Após os festejos o casal em fim foram para casa grande onde puderam confirmar o casamento.
Dentro da Casa havia a velha Abigail negra da região do Congo que cuidava de Diddens como um filho e por ele era muito queria, também tinha mais duas moças que auxiliava na cozinha e na limpeza da casa Babet e Gena, Babet era uma morena escultura que tinha uma mão muito boa para a cozinha, Edward administrador e moço de confiança de Diddens ele era responsável por tudo que era relativo a documentação e finança, era o único que sabia ler e escrever com desenvoltura.
Edward tinha um vício que Diddens desconheci, ele gastava tudo que ganhava em bebida e jogo ou nos braços das moças das cidade, na fazenda passava horas ajudando na cozinha de olho na bela Babet.
Com o passar do dias Diddens começou a chegar mais cedo para ficar com sua amada mas notava que seu amor não era retribuído como ele esperava, mas não ligava sabia que com o tempo ela o amaria como ele a amava.
Porém Ragna jovem e bonita começou a se interessar por Edwards e ele moço sem pudor começou a ter um caso com ela as escondidas.
A jovem a cada dia se apaixonava mais Edwards dava corda a suas fantasias.
Na casa de Jacob as coisas começavam a melhorar o velho empregado as poucos começará a andar com dificuldades mas já ia de um lado para o outro com o auxilio de muletas, porém sua filha Fantine já não era a mesma moça bonitas e alegre viviam trancada no quarto onde a depressão as vezes tirava a razão deixando ela a beira da loucura, sua mãe já tinha procurado uma negra benzedeira de muita fama na região que a alertou que espíritos obsessores da moça tinham se apossados, e precisaria de mais benzimentos para afastá-los.
Edwards e Ragna maquinaram um plano que fariam na sexta feira, dia que Diddens e Nicolas iam a cidade comprar mantimentos, e assim o fizeram.
Chegando da cidade Diddens deixou seu cavalo com seu fiel escudeiro, e adentrou a casa com um lindo vestido salmão para sua amada, a casa estava num silêncio e apenas um choro vinha da cozinha, chegando lá viu a velha Abigail debruçada ao fogão de lenha chorando ele abraçou e diz "o que houve Mãe Preta". a velha negra lhe contou que Ragna e Edwards haviam fugidos levando com eles todas as economias e jóias da casa. Diddens desesperado mandou selar todos os cavalos e saíram a cassa dos dois que traíram a confiança e o amor a eles dedicados.
Caçaram por dois dias mas nem sinal deles, Diddens casando voltou a suas terras.
Dias se passaram e ele não tinha força para sair da cama, Nicolas impotente chorava de raiva ao seu amigo daquele jeito jurou a Deus matá-los.
As dividas começaram a chegar e ele já não tinha mais como pagar, perdeu a terra que acabará de comprar, falta dinheiro até para pagar os empregados.
Senhor Jacob também se abateu com a traição de sua filha a aquele homem que deu casa serviço e comida quando ele mais precisou, não suportando a vergonha um infarto o tirou dessa vida, mas sua alma somente teria paz quando pudesse devolver o favor a ele dado e assim se fez.
Ragna e Edwards chegaram a Charleroi cidade grande longe das terras onde moravam encantaram com o movimento as pessoas Edwards aos poucos foi esquecendo de Ragna e se deliciando com as mulheres, bebidas e com as casas de jogos, Ragna começou a brigar com Edwards quase que todos os dias, o frio as noites em claro, a bebidas começaram a afetar a sua saúde.
Na fazenda as coisas pioraram os empregados aos poucos tiveram que procuram emprego em outras terras, poucos ficaram a velha Abigail sozinha não dava conta Nicolas buscou um moça a qual ele estava começando a corteja-la, Zahide menina ainda com seus dezesseis anos, porém de pulso forte dando parecer bem mais velha pela sua postura, cuidaram de Diddens que já estava desenganado pelo doutor Mahmoud, antes do seu falecimento Diddens pagou a todos que ele devia sobrando apenas a terra da fazenda e essa terra foi deixada a Nicolas e Zahide, com um porém cuidar da Mãe preta até o final da sua vida
Dias depois Diddens não mais acordou, Nicolas chorava copiosamente e de joelho no terreiro da fazenda jurou cortar a cabeça dos traidores, Zahide o abraçava e acalmava sua fúria.
O Velório e o enterro foi feito na fazenda mesmo, num morro de onde todo dia Nicolas poderia ver e lembrar da promessa feita naquele solo sagrado.
Ragna já abandonada e doente sem ter para onde ir voltou a terra natal, chegando lá sua mãe contou do falecimento de Jacob e de Diddens e que não a queria lá, se tudo estava como está era por conta dela que trouxe a vergonha e a miséria para aquela terra, sem ter novamente onde ficar foi a casa onde a tempo atrás era a rainha soberana, chegando no terreiro da casa bateu palmas, Nicolas ao vê-la ali lembrou do seu juramento pegou seu facão e a puxou pelos cabelos até um tronco de madeira onde as tardes seu amigo e patrão sentava para descansar, levantou seu facão para dar o golpe certeiro final a vida daquela infeliz, porém ao levantar a mão foi impedido por Zahide, que disse "tudo acabou ela já pagou e pagará pelo que fez, não suje suas mãos", Nicolas enfurecido a empurrou e falou "Jurei e sou homem de cumprir um juramento feito a Deus e a alma do meu Senhor". Zahide novamente intercedeu se fizer isso vou embora, Nicolas jogou o facão no chão e disse "Vá embora infeliz antes que eu me arrependa".
Ragna doente sem ter para onde ir foi pedir socorro ao Convento São Vicente de Lérins, e lá ficou até a tuberculose a levar desse mundo.
Edwards nunca mais foi visto por aquelas terras, morreu assassinado por um desafeto, mas a cirrose o levaria se não o abreviassem a vida na terra.
Hoje após todos desencarnarem se encontraram novamente, agora com nomes diferentes, coube a Diddens vir como Pai de Edwards e Nicolas, tendo com esposa novamente Ragna e nora Zahide, Fantine encontrou o caminho dela e segue sozinha seus passos, Jacob reencarnado ainda trazia no corpo sequelas de vidas passadas, mas cumpriu seu papel devolveu o que ganhou do seu amigo e patrão na vida passada, e agora já se encontra de regressos aqui na Aruanda, Já a velha Abigail continua olhando pelo seu amado Diddens agora como genitora e a bela Babet ainda mexe com muitos olhares masculino e venho como filha de Abigail e irmã de Diddens. os outros? aos poucos estão chegando a família espiritual mas com os mesmos compromissos, de se amarem e perdoarem seus erros do passado, subindo assim na sua elevação espiritual.

domingo, 10 de agosto de 2014




                                                   
                                                                   EXU...



Exu, muitos não o conhecem, mas já o denominam de Demônio...
Exus na verdade trabalham nas trevas mas não são das trevas.
Assim como um médico, bombeiro, policiais, assistentes sociais, etc...adentram a Cracolândia (locais onde ficam marginas, viciados...) para trabalhar, os Exus vão resgatar nossos irmãos necessitados, onde quer que estejam mas que mereçam ser resgatados.
Diabos ou demônios são seres mitológicos, e para nós da Umbanda, não existem.
Na Umbanda espíritos sem luz que vivem em vibrações mais densas (pesadas), no Umbral, chamamos de Eguns, Quimbas, Obsessores, Vampirizadores, Possessivos etc..
Exu é o senhor dos caminhos onde não há caminhos fechados, orienta os trabalhos da Casa,  é o Guardião, o Porteiro, os policiais do astral. Encaminha os que necessitam de auxilio.
Trabalham sob a forças dos Orixás, tendo as encruzilhadas e a Calunga menor (Cemitério) como seus campos de força.
Utilizam o Preto e Vermelho que significa:  Vermelho vida e o Preto a neutralidade.
Quando nosso senhor Jesus Cristo falou "Eu estarei sentado a direita do Pai" é  por que a esquerda estava Exu.
Na Umbanda tudo tem que ter o equilíbrio, o polo positivo e o negativo; cada Orixá tem o seu e a Direita se equilibra com a Esquerda.
Exu e Pomba Gira, são espíritos trabalhadores em busca do degrau da evolução, onde com o tempo integrarão as falanges dos Caboclos...
Exu não aceita vagabundos, preguiçosos exploradores da Fé, está na Umbanda por ser a única voltada exclusivamente a Caridade....

LAROYÊ EXU...
EXU É MOJUBÁ...

sábado, 7 de junho de 2014

O QUE É ESQUERDA NA UMBANDA?






O QUE É ESQUERDA NA UMBANDA?


Primeiro quero pedir licença a todos os nossos irmãos que

orientam a esquerda da umbanda, para falar em vossos nomes,

que sua força ilumine as minhas idéias.

Como todos nós sabemos, a nossa umbanda trabalha em

equilíbrio, tendo o polo positivo e negativo em tudo que se faz,

mesmo os nossos orixás trabalham nessa dualidade.

Sempre mal compreendidos por outras religiões e até mesmo

por alguns umbandistas e sacerdotes ainda sem o conhecimento da

verdade, as suas idéias negativas atrapalham até as suas

incorporações.

Esses mensageiros sempre tiveram as suas imagens

associadas a imagens demoníacas, mas são espíritos que após

compreenderem seus erros na lei maior, aceitaram assentarem-se

ao lado esquerdo de nosso criador e trabalharem como executores

da lei. Trabalham na escuridão em prol da luz e a serviço do orixá

Ogum, senhor da lei e dos caminhos, Exu senhor da vitalidade.

Ao lado do nosso criador temos a direita o nosso racional e

consciente: onde atuam caboclos, pretos velhos,

À esquerda está nosso emocional e inconsciente, trabalhando

a polaridade de todas essas linhas. Eles são responsáveis por

absorver e esgotar a negatividade que nos atinge, quebram as

demandas e desmancham as magias negativas. Mesmo que as

demandas sejam quebradas pela direita eles descarregam e são

responsáveis por encaminhar espíritos sofredores, obsessores,

zombeteiros, eguns, quiumbas, etc.

De acordo com a lei maior e o merecimento desses espíritos,

eles são encaminhados, cada um para seus lugares no astral.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O QUE É MACUMBA?






O QUE É MACUMBA?


Macumba é uma árvore onde os africanos faziam os seus rituais, ao som de instrumentos chamados atabaques. Assim, macumbeiro é a pessoa que realiza rituais de Umbanda ao som de atabaques.
Outra definição e a mais conhecida é que se encontra em qualquer dicionário é de: antigo instrumento musical de percussão, espécie de reco-reco, de origem africana, que dá um som de rapa (rascante)
Mas para mim....fica a da árvore, pois os donos das terras, quando perguntado ondes os negros estavam nos dias de seus rituais ele respondiam "Lá na Macumba" em referência a árvore onde eles se encontravam e da onde a madeira era retirada para a feitura do instrumentos homônimo....

quarta-feira, 14 de maio de 2014

CONSELHEIRO DAS ÁGUAS




CONSELHEIRO DAS ÁGUAS



A noite estava linda, a lua cheia e estrelas povoavam o céu, o barulho de cavalos e carroças que a cada vez aumentava mais ia me inquietando.
Havia um boato que os portugueses procuravam negros para serem levados ao Brasil; a dificuldade de arrumar negros escravos  a cada dia ficava mais difícil.
Em Angola negro que tinha profissão não era levado, mas naquela noite ninguém teve perdão, homens, mulheres e mesmo crianças, todos foram levados, só ficaram alguns que devido a idade não suportariam a viagem.
Permanecemos três dias trancados no porão do navio, esperando completarem a lotação. O cheiro de suor e o fedor de fezes e urina estava insuportável, mas a dor e as lágrimas eram piores.
Durante o percurso negros eram usados na limpeza e nos remos até a exaustão; vi mãe com criança no colo se jogando em alto mar, para colocar fim em sua agonia.
Muitos perderam a vida e foram jogados ao mar.
Chegamos ao Brasil por volta de 1820 na região onde hoje é Prado - Bahia, fomos lavados e colocados em uma praça pública como mercadoria; em nosso redor senhores e senhoras bem vestidos nos olhavam de cima a baixo e cada um apontava aqueles que lhe interessavam, até que chegou minha vez. Fomos em seis comprados pelo senhor Antonio dono da Fazenda São Francisco, e conhecemos quem seria nosso proprietário daquele dia em diante.
Na fazenda fomos batizados num rio que cortava as terras do meu senhor, como era feito naquela época o batismo católico, eu que chamava Kapiñgala (pois era filho único)  e o significado do meu nome é Herdeiro, passei a me chamar Joaquim.
Para nós Angolanos não houve dificuldade com a língua porque convivíamos com os portugueses já algum tempo, mas como havia outros negros de outras regiões demoramos um pouco até compreender a todos.
A fazenda estava mudando seu plantio de café para algodão; trabalhei ali muitos anos. Me apaixonei por Quitéria e tivemos seis filhos sendo cinco homens e uma mulher, apenas dois vi crescer, os demais foram vendidos ainda muito pequenos, apenas Malaquias e Damião ficaram na fazenda.
Já velho e com o boato do fim da escravidão perdi minha companheira para uma febre que mesmo com todas as minhas ervas não consegui vencer. 
Algum tempo depois houve uma fuga em massa comandada por Zeferina uma negra que brigava feito homem, muitos negros fugiram para o quilombo do Urubu; diziam que o local era bonito e tinha até lagoa, eu e o velho Guiné não conseguimos acompanhar os mais novos. Malaquias quis ficar para nos ajudar, mas eu e Guiné não deixamos e falamos para ele que se salvasse, pois era  novo,  nós que já eramos velhos, nos escondemos numa cachoeira do rio Caí. Lá fiquei até meu desencarne. Vivemos ali muitos anos, não sabíamos o caminho correto do quilombo e o medo de ser achado pelos cachorros e pelos capitães do mato impedia que os dois velhos se arriscassem, porém nas grutas da cachoeira os cães perdiam o faro e estávamos protegidos.
Chegamos até a fazer amizades com quem ali vinha se banhar, até branco vinha conosco se aconselhar, ou procurar remédio para suas doenças com as ervas que conhecíamos ou mesmo para  uma boa conversa.
Eu tinha um caroço no pescoço que a cada dia crescia mais, mal eu conseguia comer e aos poucos fui ficando fraco até que não mais levantei das folhas que me serviam de cama, lembro que falei para meu amigo Guiné, "vai meu velho você não tem mais nada a perder, procure nosso povo e viva com eles até nos encontrarmos novamente".
E numa noite fria, vi do alto meu corpo deitado nas folhas e uma luz muito forte pôs fim as minhas dores. 
Hoje sob a Cachoeira de minha mãe Oxum ainda dou os meus conselhos e minhas mirongas, usando como instrumento meu filho......

SALVE MINHA MÃE OXUM...
SALVE MEU PAI OXALÁ....
SALVE AS ALMAS.....

Orlando Garcia (Sacerdote da Tenda de Umbanda Pai Cipriano das Almas)

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

HINO DA UMBANDA







HINO DA UMBANDA:



O Hino da Umbanda foi composto à 42 anos, na década de 60, por um cego, que em busca de sua cura foi procurar ajuda do Caboclo das Sete Encruzilhadas.Não conseguindo por ser sua cegueira cármica, fez o hino da Umbanda para mostrar que poderia ver o mundo e nossa religião de outra maneira. Embora não tenha conseguido sua cura, ficou apaixonado pela religião..
As iniciais de seu nome J. M. Alves, e segundo consta já desencarnou e infelizmente não existem registros sobre seu nome completo.
Apresentou o hino ao caboclo das sete encruzilhadas que gostou tanto que resolveu apresentá-lo como Hino da Umbanda.
Em 1961, no 2º Congresso de Umbanda, presidido pelo Sr. Henrique Landi, o hino foi oficialmente adotado como oficial da nossa amada Umbanda.....

SIGNIFICADO DAS PENAS








SIGNIFICADO DAS PENAS...........



Existia uma Lenda que o índio que praticava uma ação em benefício de alguém ou da aldeia, recebia uma faixa de couro (tiara), que era colocada em sua testa (chacra Frontal), sendo presa nesta tiara uma pena com a cor de acordo com a ação que realizará.

A pena Carijó aos que cuidavam das Armas
A pena Dourada era destinada aos Sábios e Conselheiros.
A pena Roxa simbolizava as caçadas importantes
A pena Verde aos que cuidavam das Plantas, Folhas e Frutos
A pena Branca era símbolo da Fé e do Amor
A pena Azul era dada àqueles que protegiam a Aldeia.......
A pena Vermelha aos grandes