sábado, 7 de junho de 2014

O QUE É ESQUERDA NA UMBANDA?






O QUE É ESQUERDA NA UMBANDA?


Primeiro quero pedir licença a todos os nossos irmãos que

orientam a esquerda da umbanda, para falar em vossos nomes,

que sua força ilumine as minhas idéias.

Como todos nós sabemos, a nossa umbanda trabalha em

equilíbrio, tendo o polo positivo e negativo em tudo que se faz,

mesmo os nossos orixás trabalham nessa dualidade.

Sempre mal compreendidos por outras religiões e até mesmo

por alguns umbandistas e sacerdotes ainda sem o conhecimento da

verdade, as suas idéias negativas atrapalham até as suas

incorporações.

Esses mensageiros sempre tiveram as suas imagens

associadas a imagens demoníacas, mas são espíritos que após

compreenderem seus erros na lei maior, aceitaram assentarem-se

ao lado esquerdo de nosso criador e trabalharem como executores

da lei. Trabalham na escuridão em prol da luz e a serviço do orixá

Ogum, senhor da lei e dos caminhos, Exu senhor da vitalidade.

Ao lado do nosso criador temos a direita o nosso racional e

consciente: onde atuam caboclos, pretos velhos, O QUE É ESQUERDA NA UMBANDA?

Primeiro quero pedir licença a todos os nossos irmãos que

orientam a esquerda da umbanda, para falar em vossos nomes,

que sua força ilumine as minhas idéias.

Como todos nós sabemos, a nossa umbanda trabalha em

equilíbrio, tendo o polo positivo e negativo em tudo que se faz,

mesmo os nossos orixás trabalham nessa dualidade.

Sempre mal compreendidos por outras religiões e até mesmo

por alguns umbandistas e sacerdotes ainda sem o conhecimento da

verdade, as suas idéias negativas atrapalham até as suas

incorporações.

Esses mensageiros sempre tiveram as suas imagens

associadas a imagens demoníacas, mas são espíritos que após

compreenderem seus erros na lei maior, aceitaram assentarem-se

ao lado esquerdo de nosso criador e trabalharem como executores

da lei. Trabalham na escuridão em prol da luz e a serviço do orixá

Ogum, senhor da lei e dos caminhos, Exu senhor da vitalidade.

Ao lado do nosso criador temos a direita o nosso racional e

consciente: onde atuam caboclos, pretos velhos, eres, boiadeiros,

baianos, etc.

À esquerda está nosso emocional e inconsciente, trabalhando

a polaridade de todas essas linhas. Eles são responsáveis por

absorver e esgotar a negatividade que nos atinge, quebram as

demandas e desmancham as magias negativas. Mesmo que as

demandas sejam quebradas pela direita eles descarregam e são

responsáveis por encaminhar espíritos sofredores, obsessores,

zombeteiros, eguns, quiumbas, etc.

De acordo com a lei maior e o merecimento desses espíritos,

eles são encaminhados, cada um para seus lugares no astral., boiadeiros,

baianos, etc.

À esquerda está nosso emocional e inconsciente, trabalhando

a polaridade de todas essas linhas. Eles são responsáveis por

absorver e esgotar a negatividade que nos atinge, quebram as

demandas e desmancham as magias negativas. Mesmo que as

demandas sejam quebradas pela direita eles descarregam e são

responsáveis por encaminhar espíritos sofredores, obsessores,

zombeteiros, eguns, quiumbas, etc.

De acordo com a lei maior e o merecimento desses espíritos,

eles são encaminhados, cada um para seus lugares no astral.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O QUE É MACUMBA?






O QUE É MACUMBA?


Macumba é uma árvore onde os africanos faziam os seus rituais, ao som de instrumentos chamados atabaques. Assim, macumbeiro é a pessoa que realiza rituais de Umbanda ao som de atabaques.
Outra definição e a mais conhecida é que se encontra em qualquer dicionário é de: antigo instrumento musical de percussão, espécie de reco-reco, de origem africana, que dá um som de rapa (rascante)
Mas para mim....fica a da árvore, pois os donos das terras, quando perguntado ondes os negros estavam nos dias de seus rituais ele respondiam "Lá na Macumba" em referência a árvore onde eles se encontravam e da onde a madeira era retirada para a feitura do instrumentos homônimo....

quarta-feira, 14 de maio de 2014

CONSELHEIRO DAS ÁGUAS




CONSELHEIRO DAS ÁGUAS



A noite estava linda, a lua cheia e estrelas povoavam o céu, o barulho de cavalos e carroças que a cada vez aumentava mais ia me inquietando.
Havia um boato que os portugueses procuravam negros para serem levados ao Brasil; a dificuldade de arrumar negros escravos  a cada dia ficava mais difícil.
Em Angola negro que tinha profissão não era levado, mas naquela noite ninguém teve perdão, homens, mulheres e mesmo crianças, todos foram levados, só ficaram alguns que devido a idade não suportariam a viagem.
Permanecemos três dias trancados no porão do navio, esperando completarem a lotação. O cheiro de suor e o fedor de fezes e urina estava insuportável, mas a dor e as lágrimas eram piores.
Durante o percurso negros eram usados na limpeza e nos remos até a exaustão; vi mãe com criança no colo se jogando em alto mar, para colocar fim em sua agonia.
Muitos perderam a vida e foram jogados ao mar.
Chegamos ao Brasil por volta de 1820 na região onde hoje é Prado - Bahia, fomos lavados e colocados em uma praça pública como mercadoria; em nosso redor senhores e senhoras bem vestidos nos olhavam de cima a baixo e cada um apontava aqueles que lhe interessavam, até que chegou minha vez. Fomos em seis comprados pelo senhor Antonio dono da Fazenda São Francisco, e conhecemos quem seria nosso proprietário daquele dia em diante.
Na fazenda fomos batizados num rio que cortava as terras do meu senhor, como era feito naquela época o batismo católico, eu que chamava Kapiñgala (pois era filho único)  e o significado do meu nome é Herdeiro, passei a me chamar Joaquim.
Para nós Angolanos não houve dificuldade com a língua porque convivíamos com os portugueses já algum tempo, mas como havia outros negros de outras regiões demoramos um pouco até compreender a todos.
A fazenda estava mudando seu plantio de café para algodão; trabalhei ali muitos anos. Me apaixonei por Quitéria e tivemos seis filhos sendo cinco homens e uma mulher, apenas dois vi crescer, os demais foram vendidos ainda muito pequenos, apenas Malaquias e Damião ficaram na fazenda.
Já velho e com o boato do fim da escravidão perdi minha companheira para uma febre que mesmo com todas as minhas ervas não consegui vencer. 
Algum tempo depois houve uma fuga em massa comandada por Zeferina uma negra que brigava feito homem, muitos negros fugiram para o quilombo do Urubu; diziam que o local era bonito e tinha até lagoa, eu e o velho Guiné não conseguimos acompanhar os mais novos. Malaquias quis ficar para nos ajudar, mas eu e Guiné não deixamos e falamos para ele que se salvasse, pois era  novo,  nós que já eramos velhos, nos escondemos numa cachoeira do rio Caí. Lá fiquei até meu desencarne. Vivemos ali muitos anos, não sabíamos o caminho correto do quilombo e o medo de ser achado pelos cachorros e pelos capitães do mato impedia que os dois velhos se arriscassem, porém nas grutas da cachoeira os cães perdiam o faro e estávamos protegidos.
Chegamos até a fazer amizades com quem ali vinha se banhar, até branco vinha conosco se aconselhar, ou procurar remédio para suas doenças com as ervas que conhecíamos ou mesmo para  uma boa conversa.
Eu tinha um caroço no pescoço que a cada dia crescia mais, mal eu conseguia comer e aos poucos fui ficando fraco até que não mais levantei das folhas que me serviam de cama, lembro que falei para meu amigo Guiné, "vai meu velho você não tem mais nada a perder, procure nosso povo e viva com eles até nos encontrarmos novamente".
E numa noite fria, vi do alto meu corpo deitado nas folhas e uma luz muito forte pôs fim as minhas dores. 
Hoje sob a Cachoeira de minha mãe Oxum ainda dou os meus conselhos e minhas mirongas, usando como instrumento meu filho......

SALVE MINHA MÃE OXUM...
SALVE MEU PAI OXALÁ....
SALVE AS ALMAS.....

Orlando Garcia (Sacerdote da Tenda de Umbanda Pai Cipriano das Almas)

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

HINO DA UMBANDA







HINO DA UMBANDA:



O Hino da Umbanda foi composto à 42 anos, na década de 60, por um cego, que em busca de sua cura foi procurar ajuda do Caboclo das Sete Encruzilhadas.Não conseguindo por ser sua cegueira cármica, fez o hino da Umbanda para mostrar que poderia ver o mundo e nossa religião de outra maneira. Embora não tenha conseguido sua cura, ficou apaixonado pela religião..
As iniciais de seu nome J. M. Alves, e segundo consta já desencarnou e infelizmente não existem registros sobre seu nome completo.
Apresentou o hino ao caboclo das sete encruzilhadas que gostou tanto que resolveu apresentá-lo como Hino da Umbanda.
Em 1961, no 2º Congresso de Umbanda, presidido pelo Sr. Henrique Landi, o hino foi oficialmente adotado como oficial da nossa amada Umbanda.....

SIGNIFICADO DAS PENAS








SIGNIFICADO DAS PENAS...........



Existia uma Lenda que o índio que praticava uma ação em benefício de alguém ou da aldeia, recebia uma faixa de couro (tiara), que era colocada em sua testa (chacra Frontal), sendo presa nesta tiara uma pena com a cor de acordo com a ação que realizará.

A pena Carijó aos que cuidavam das Armas
A pena Dourada era destinada aos Sábios e Conselheiros.
A pena Roxa simbolizava as caçadas importantes
A pena Verde aos que cuidavam das Plantas, Folhas e Frutos
A pena Branca era símbolo da Fé e do Amor
A pena Azul era dada àqueles que protegiam a Aldeia.......
A pena Vermelha aos grandes

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

FIRMEZA DO ANJO DA GUARDA...










FIRMEZA DO ANJO DA GUARDA...

Compre uma quartinha branca, uma guia branca, arrume uma Pedra Branca (Cristal), Preta e Vermelha (avermelhada)...
Coloque uma vela de sete dias branca acesa dentro de um prato branco, atrás dela coloque uma pedra branca, uma preta e uma vermelha e atrás das Pedras a Quartinha Branca, na direita da vela coloque um copo com água, a esquerda a guia branca e na frente um incenso em tablete aceso.

Faça essa Oração

Oração:

Evoco Deus, sua Lei maior e sua Justiça Divina, ao meu Anjo Guardião e peço-lhe meu Anjo Guardião, pela misericórdia Divina que o Senhor ative estes elementos com vossos Mistérios Vivos e Divinos para que eu possa ser beneficiado (a) segundo meu merecimento e minhas necessidades conhecidas e desconhecidas por mim. Amém.

Peço meu Anjo Guardião que esta quartinha com este cristal, tenham o poder de absorver cargas energéticas negativas e irradiar energias positivas e que este meu colar tenha o poder de proteção, amparo e sustentação de minha vida. Amém.

Depois que as velas apagarem, coloque a quartinha em seu altar, com as Pedras dentro, como ponto de ligação com seu anjo e a guia no pescoço para sua proteção diária....  

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Mandinga







DE ONDE VEM A EXPRESSÃO "QUEM NÃO PODE COM MANDINGA NÃO CARREGA PATUÁ"


Mandinga no Brasil Colonial era a designação de um grupo étnico de origem africana, praticantes do Islão,

possuidor do hábito de carregar junto ao peito, pendurado em um cordão, pequeno pedaço de couro com

inscrições de trechos do alcorão, que negros de outras etnias denominavam patuá. Depois de feita a inscrição

couro era dobrado e fechado costurando-se uma borda na outra. A bolsa de mandinga, como também ficou

conhecida, era uma forma de exercer uma medicina mágica, com implicações corporais e espirituais.

Diversos negros fugidos de outras etnias, para tentarem disfarçar o fato de não serem livres espichavam o cabelo

e usavam o patuá em um cordão, a também chamada bolsa de mandinga, junto ao peito, porém sem as

inscrições.

Os mandingas tinham o costume de se reconhecerem mutuamente recitando trechos do alcorão uns para os 

outros. Caso o negro interpelado não recitasse o trecho correto, o capitão do mato de etnia mandinga, 

capturaria o fugitivo imediatamente.


FOTO: de Samory Touré, Fundou o Império Mandinga, onde hoje é Guiné...